terça-feira, 9 de outubro de 2012
Sobre as origens da Língua Portuguesa no Brasil
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Girafa – idioma português
Ao tronco indo-europeu pertencem 425 línguas, entre elas sete das dez mais faladas do planeta (em ordem alfabética): alemão, bengali, espanhol, hindi, inglês, português e russo.
Espalhada pelos cinco Continentes, a língua portuguesa figura entre as mais faladas do mundo. Estruturada a partir do século XII, desde o século XV ultrapassou as fronteiras da Península Ibérica, acompanhando as caravelas lusitanas na aventura das grandes navegações...
A língua portuguesa é oficial em 7 países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, os quais são chamados de lusófonos. E, apesar da incorporação de vocábulos nativos, de certas particularidades de sintaxe, pronúncia e grafia, a língua portuguesa mantém uma unidade.
O primeiro passo no processo de criação da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (www.cplp.org), foi dado em São Luís do Maranhão, em novembro de 1989... Oficialmente, a CPLP, com sede em Lisboa, só foi criada no dia 17/07/1996. Formada pelos países listados abaixo, tem como objetivos preservar e expandir o português pelo mundo e promover a cooperação política, social, econômica e cultural entre os países-membros.
Abaixo (do lado esquerdo da tela), selo postal emitido por Macau, em 09/03/1954, para comemorar o centenário do primeiro selo postal de Portugal. Na ilustração pode-se ver o primeiro selo postal português (no centro) e o Brasão de Armas das antigas colônias de Portugal...
30/07/1993 – Série se-tenant de 2 valores “UCCLA – União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa”. Os selos mostram o Congresso em Brasília (Cr$ 15.000,00) e o Cristo Redendor no Rio de Janeiro (Cr$ 71.000,00). Picotagem: 11½ × 12. Tiragem: 1.000.200 cada. Impressão: Ofsete. Papel: Cuchê gomado. Yvert: 2119/2120. Scott: 2414. Michel: 2532/2533. RHM: C-1849/C-1850. Nota: Há um selo de Macau emitido no mesmo ano (1993) também alusivo a UCCLA (Yvert: 694).
Do latim ao português
Derivada do latim vulgar (popular), desenvolve-se na Lusitânia (atual Portugal e região espanhola da Galícia) a partir do final do século III antes de Cristo. Nessa época, o Império Romano conquista a região e institui o latim como língua oficial. Com as invasões bárbaras, no século V, o latim começa a entrar em decadência. A partir do século VIII deixa de ser falado, quando os árabes dominam a península Ibérica e impõem sua língua.
A expulsão dos árabes, no século XII, leva à criação do reino de Portugal. O latim volta, então, a ser a língua predominante, embora já modificado pelas influências que recebeu dos povos bárbaros e do próprio árabe. Posteriormente, o idioma é reformulado e dá origem ao galego-português. Um dos primeiros documentos escritos nessa língua data de 1198: uma poesia, conhecida como Cantiga da Ribeirinha, escrita pelo trovador Paio Soares de Taveirós.
Aos poucos, o galego-português vai sofrendo modificações e adquirindo, na região de Portugal, as características do português moderno. Quando a Dinastia Avis é fundada, em 1385, o português passa a ser a língua oficial. Com a expansão marítima portuguesa, entre os séculos XV e XVI, espalha-se por várias regiões da África, Ásia e América.
Português – língua oficial do Brasil
A língua falada no Brasil colonial não acompanha as mudanças ocorridas durante o século XVIII no português falado na metrópole: além de manter-se fiel à maneira de pronunciar da época da descoberta, o português falado no Brasil sofre fortes influências indígenas e africanas e, mais tarde, de imigrantes europeus que se instalam no centro-sul.
Isso explica a presença de modalidades fonéticas tão distintas quanto as do nordestino, do mineiro ou do gaúcho, mesmo conservando uma rara uniformidade. A língua portuguesa no Brasil, apesar de falada em uma imensa extensão territorial, manteve sua unidade, variando apenas em questões superficiais de léxico e modalidades de pronúncias regionais.
O idioma português chegou ao território brasileiro a bordo das naus portuguesas, no Século XVI, para se juntar à família linguística tupi-guarani, em especial o Tupinambá, um dos dialetos Tupi. Os índios, subjugados ou aculturados, ensinaram o dialeto aos europeus que, mais tarde, passaram a se comunicar nessa “língua geral”, o Tupinambá. Em 1694, a língua geral reinava na então colônia portuguesa, com características de língua literária, pois os missionários traduziam peças sacras, orações e hinos, na catequese...
Com a chegada do idioma iorubá (Nigéria) e do quimbundo (Angola), por meio dos escravos trazidos da África, e com novos colonizadores, a Corte Portuguesa quis garantir uma maior presença política. Uma das primeiras medidas que adotou, então, foi obrigar o ensino da Língua Portuguesa aos índios...
Língua indígena – A língua de contato entre o colonizador e os povos indígenas do litoral é o tupi mais precisamente o dialeto tupinambá. Os jesuítas estudam a língua, traduzem orações cristãs para a catequese e ela se estabelece como língua geral, ao lado do português, na vida cotidiana da colônia. Na metade do século XVIII, o tupi tem sua utilização proibida por uma Provisão Real de 1757. Nessa época, o português se fortalece com o afluxo de grande número de pessoas da metrópole. Com a expulsão dos jesuítas do país (1759), o português fixa-se definitivamente como o idioma do Brasil.
Herança tupi – Da língua indígena, o português incorpora principalmente palavras referentes à flora (abacaxi, buriti, caju, carnaúba, cipó, imbuia, ipê, jabuticaba, jacarandá, mandacaru, mandioca, maracujá, peroba, pitanga, sapé, taquara), à fauna (araponga, caninana, capivara, curió, piranha, quati, sagui, sabiá, sucuri, tatu, urubu), a nomes geográficos (Aracaju, Guanabara, Itapeva, Niterói, Pindamonhangaba, Tijuca) e a nomes próprios (Bartira, Jurandir, Maíra, Ubirajara).
Influência africana – O iorubá, falado pelos negros vindos da Nigéria, deixa o vocabulário ligado ao candomblé (nomes de divindades como Exu, Iansã) e à cozinha afro-brasileira (vatapá, abará, acarajé). O quimbundo angolano fornece palavras da vida cotidiana (caçula, cafuné, molambo, moleque) e termos relativos à escravidão (banguê, senzala, mocambo, maxixe, samba).
O Português no Mundo
Segundo dados de 1995 do Summer Institute of Linguistics da Universidade do Texas, Estados Unidos, o português é a sexta língua mais falada no mundo. É a língua materna de 170 milhões de falantes, concentrados em sete países. Além dos falantes nativos, 12 milhões de pessoas utilizam o português como segunda língua no mundo.
América – O Brasil é o único país de língua portuguesa na América, com cerca de 163 milhões de falantes no total (língua materna e segunda língua). O português falado no Brasil colonial é influenciado pelas línguas indígenas, africanas e de imigrantes europeus. Isso explica as diferenças regionais na pronúncia e no vocabulário verificadas, por exemplo, no Nordeste e no Sul do país. Apesar disso, a língua conserva a uniformidade gramatical em todo o território.
Europa – O português é a língua oficial de Portugal, falada aproximadamente por 10 milhões de portugueses (língua materna e segunda língua). Em 1986, o país passa a integrar a Comunidade Econômica Europeia (CEE) e a língua portuguesa é adotada como um dos idiomas oficiais da organização. Atualmente, mais de 1 milhão de cidadãos da União Europeia (antiga CEE) falam o português. Eles estão concentrados na França, Alemanha, Bélgica, em Luxemburgo e na Suécia. A França é o país com mais falantes (750 mil).
Ásia – Entre os séculos XVI e XVIII, o português é a língua franca nos portos da Índia e sudeste da Ásia. Atualmente, a cidade de Goa, na Índia, é o único lugar do continente onde o português sobrevive na sua forma original, com 250 mil falantes no total. Entretanto, o idioma está sendo gradualmente substituído pelo inglês. Em Damão e Diu (na Índia), Java (Indonésia), Macau (ex-território português, de população predominantemente chinesa), Sri Lanka e Málaca (na Malásia) fala-se o crioulo, língua que conserva o vocabulário do português, mas adota formas gramaticais diferentes.
África – O português é a língua oficial de 5 países, somando cerca de 7,5 milhões de falantes no total. Nesses países, o português oficial – usado na administração, no ensino, na imprensa e nas relações internacionais – convive com diversos dialetos crioulos.
1 – Em Angola, 60% dos moradores falam o português como língua materna. Cerca de 40% da população fala dialetos crioulos como o bacongo, o quimbundo, o ovibundo e o chacue.
2 – Em Cabo Verde, quase todos os habitantes falam o português e um dialeto crioulo, que mescla o português arcaico a línguas africanas. Há duas variedades desse dialeto, a de Barlavento e a de Sotavento.
3 – Em Guiné-Bissau, 86% da população fala o dialeto crioulo, semelhante ao de Cabo Verde, ou dialetos africanos, enquanto apenas 14% utiliza o português.
4 – Em Moçambique, 40% da população tem o português como língua oficial. Outros habitantes usam línguas locais, principalmente as do grupo banto.
5 – Nas ilhas de São Tomé e Príncipe, 95% dos habitantes falam a língua portuguesa. A minoria utiliza dialetos locais, como o forro e o moncó, além de línguas de Angola.
O português é também falado em pequenas comunidades, reflexo de povoamentos portugueses do século XVI, como é o caso de Timor Leste (na Indonésia) que tem, além do português, o idioma tétum como oficial; também em Zanzibar (na Tanzânia, costa oriental da África).
GUIA PRÁTICO DA NOVA ORTOGRAFIA
Autor: Douglas Tufano – Professor e autor de livros didáticos de língua portuguesa
© 2008 Editora Melhoramentos Ltda. | Diagramação: WAP Studio
ISBN: 978-85-06-05464-2 | Ano: agosto de 2008 (1ª Edição)
O ano de 1911 marca a primeira Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa... Em 1943 houve o Formulário Ortográfico... O sistema ortográfico adotado no Brasil foi o aprovado pela Academia Brasileira de Letras, na sessão de 12/08/1943, e simplificado pela Lei nº 5.765, de 18/12/1971.
Houve uma reforma ortográfica feita no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (AO), assinado em Lisboa, no dia 16/12/1990, por representantes de sete países de língua portuguesa: Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e, posteriormente, por Timor Leste. No Brasil, esse Acordo foi aprovado pelo Decreto Legislativo nº 54, de 18/04/1995.
Esse Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 entrou em vigor no Brasil em 2009... Assim, o nosso alfabeto, por exemplo, que possuia 23 letras (três a menos do que no alfabeto latino), passou a ter 26 letras, pois foram reintroduzidas as letras K, W e Y (figura abaixo).
O alfabeto completo passa a ser: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V W X Y Z. As letras k, w e y, que na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua, são usadas em várias situações. Por exemplo:
a) na escrita de símbolos de unidades de medida: km (quilômetro), kg (quilograma), W (watt);
b) na escrita de palavras e nomes estrangeiros (e seus derivados): show, playboy, playground, windsurf, kungfu, yin, yang, William, kaiser, Kafka, kafkiano.
Observação: Para memorizar o número de letras do alfabeto, ou o número de Estados que compreende o Brasil, relacione ou associe um tema ao outro, pois o total de ambos os números é o mesmo: 26 (um número a menos do que as 27 estrelas na Bandeira Nacional, pois nela há uma estrela que representa Brasília).
TREMA
– Não se usa mais o trema (¨), sinal colocado sobre a letra u para indicar que ela deve ser pronunciada nos grupos gue, gui, que, qui. O trema permanece apenas nas palavras estrangeiras e em suas derivadas. Exemplos: Bündchen, Müller, mülleriano.
– Mudanças nas regras de acentuação
1. Não se usa mais o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (palavras que têm acento tônico na penúltima sílaba). Por exemplo: alcaloide, alcateia, androide, apoia, eu apoio (verbo apoiar), assembleia, asteroide, boia, Cananeia, celuloide, claraboia, colmeia, Coreia, debiloide, epopeia, estoico, estreia, eu estreio (verbo estrear), geleia, heroico, ideia, jiboia, joia, Lindoia, odisseia, paranoia, paranoico, plateia, tramoia etc. Atenção: essa regra é válida somente para palavras paroxítonas. Assim, continuam a ser acentuadas as palavras oxítonas terminadas em éis, éu, éus, ói, óis. Exemplos: papéis, herói, heróis, troféu, troféus.
Nota: Palavras que eu não sei: européia, européias, Galiléia, Judéia, Juréia, Paulicéia, Pompéia, Tróia...? (matéria sp)
2. Nas palavras paroxítonas, não se usa mais o acento no i e no u tônicos quando vierem depois de um ditongo. Como baiuca, Bocaiuva, cauila, feiura. Atenção: se a palavra for oxítona e o i ou o u estiverem em posição final (ou seguidos de s), o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, tuiuiús, Piauí.
3. Não se usa mais o acento das palavras terminadas em êem e ôo(s). Exemplos: abençôo abençoo, crêem (verbo crer) creem, dêem (verbo dar) deem, dôo (verbo doar) doo, enjôo enjoo, lêem (verbo ler) leem, magôo (verbo magoar) magoo, perdôo (verbo perdoar) perdoo, povôo (verbo povoar) povoo, vêem (verbo ver) veem, vôos voos, zôo zoo.
4. Não se usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/ pela(s), pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera. Ele para o carro. Ele foi ao Polo Norte. Ele gosta de jogar polo. Esse gato tem pelos brancos. Comi uma pera.
Nota: O acento diferencial deixa de existir em palavras homófonas (que têm o mesmo som, mas significados diferentes). É o que acontece com pára (do verbo parar) e para (preposição).
• Permanece o acento diferencial em pôde/pode. Pôde é a forma do passado do verbo poder (pretérito perfeito do indicativo), na 3ª pessoa do singular. Pode é a forma do presente do indicativo, na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Ontem, ele não pôde sair mais cedo, mas hoje ele pode.
• Permanece o acento diferencial em pôr/por. Pôr é verbo. Por é preposição. Exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por mim.
• Permanecem os acentos que diferenciam o singular do plural dos verbos ter e vir, assim como de seus derivados (manter, deter, reter, conter, convir, intervir, advir etc.). Exemplos: Ele tem dois carros. / Eles têm dois carros. Ele vem de Sorocaba. / Eles vêm de Sorocaba. Ele mantém a palavra. / Eles mantêm a palavra. Ele convém aos estudantes. / Eles convêm aos estudantes. Ele detém o poder. / Eles detêm o poder. Ele intervém em todas as aulas. / Eles intervêm em todas as aulas.
• É facultativo o uso do acento circunflexo para diferenciar as palavras forma/fôrma. Em alguns casos, o uso do acento deixa a frase mais clara. Veja este exemplo: Qual é a forma da fôrma do bolo?
5. Não se usa mais o acento agudo no u tônico das formas (tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.
6. Há uma variação na pronúncia dos verbos terminados em guar, quar e quir, como aguar, averiguar, apaziguar, desaguar, enxaguar, obliquar, delinquir etc. Esses verbos admitem duas pronúncias em algumas formas do presente do indicativo, do presente do subjuntivo e também do imperativo. Veja:
a) se forem pronunciadas com a ou i tônicos, essas formas devem ser acentuadas. Exemplos:
• verbo enxaguar: enxáguo, enxáguas, enxágua, enxáguam; enxágue, enxágues, enxáguem
• verbo delinquir: delínquo, delínques, delínque, delínquem; delínqua, delínquas, delínquam
b) se forem pronunciadas com u tônico, essas formas deixam de ser acentuadas. Exemplos (a vogal sublinhada é tônica, isto é, deve ser pronunciada mais fortemente que as outras):
• verbo enxaguar: enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguam; enxague, enxagues, enxaguem
• verbo delinquir: delinquo, delinques, delinque, delinquem; delinqua, delinquas, delinquam
Atenção: No Brasil a pronúncia mais corrente é a primeira, aquela com A e I tônicos.
Todas as palavras proparoxítonas (a antepenúltima sílaba é a tônica) pertencentes à Língua Portuguesa sempre são acentuadas, salvo a expressão per capita e os substantivos habitat e performance. Existem algumas palavras estrangeiras bastante usadas no Brasil que, por não pertencerem ao nosso idioma, não recebem acento gráfico. Habitat (pronuncia-se hábita ou pronúncia habitát?): Palavra latina, cujo significado é conjunto de circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida e ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal ou local onde algo é geralmente encontrado ou onde alguém se sente em seu ambiente ideal. Performance: Palavra de origem inglesa, cujo significado é exercício de atuar, de desempenhar; atuação, desempenho. Per capita: Expressão latina, cujo significado é por cabeça. Fonte (adaptada): www.jurisway.org.br. Notas: Plural habitats. Micro-habitat...
HÍFEN – HIFENS
► Deve-se usar o hífen nas palavras compostas comuns quando o primeiro elemento for ADJETIVO, SUBSTANTIVO, NUMERAL ou VERBO. Exemplos: boa-fé, criado-mudo, decreto-lei, guarda-noturno, guarda-chuva, para-brisa, para-choque (sem acento no para) etc. Também em adjetivos pátrios (de identidade): afro-americano, afro-descendente, anglo-saxão, indo-europeu, ítalo-brasileira, latino-americano. Compostos com apóstrofo também levam hífen: cobra-d’água, mãe-d’água, mestre-d’armas. Compostos com elementos repetidos têm hífen: tico-tico, tique-taque, pingue-pongue, blá-blá-blá. Nota: Não tem mais hífen pôr do Sol.
► Deve-se usar o hífen nos compostos que designam espécies ANIMAIS e VEGETAIS (nomes de bichos, plantas, flores, frutos, raízes, sementes), tenham ou não elementos de ligação. Exemplos: andorinha-da-serra, bem-te-vi, joão-de-barro, mico-leão-dourado, lebre-da-patagônia, peixe-espada, peixe-do-paraíso, amor-perfeito, bem-me-quer, cana-de-açúcar, coco-da-baía, couve-flor, cravo-da-índia, erva-de-cheiro, erva-doce, ervilha-de-cheiro, feijão-verde, não-me-toques, pimenta-do-reino, peroba-do-campo.
Observação: Não se usa o hífen, quando os compostos que designam espécies botânicas e zoológicas são empregados fora de seu sentido original. Por exemplo:
• bico-de-papagaio (espécie de planta ornamental) – bico de papagaio (deformação nas vértebras)
• olho-de-boi (espécie de peixe) – olho de boi (espécie de selo postal)
► Locuções:
A) água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, (ao) deus-dará, mais-que-perfeito, pé-de-meia, (à) queima-roupa etc.
B) arco e flecha, bumba meu boi, café com leite, cão de guarda, cor de vinho, dia a dia, disse me disse, fim de semana, ponto e vírgula, tão somente, tomara que caia etc.
► Deve-se usar o hífen em nomes geográficos compostos, antecedidos de GRÃ (Grã-Bretanha, grã-cruz, grã-fino, grã-ducado) e GRÃO (grão-mestre, grão-duque, Grão-Pará, grão-rabino) ou VERBOS de qualquer tipo (Passa-Quatro)...
► Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares. Os encadeamentos vocabulares levam hífen (e não mais traço). Exemplos: A relação professor-aluno, ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo, trajeto Tóquio-São Paulo, acordo Angola-Brasil, Áustria-Hungria, Alsácia-Lorena.
► Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição, isto é, se a noção de composição desapareceu com o tempo, deve-se unir o composto sem hífen. Exemplos: girassol, madressilva, mandachuva (perdida a noção do verbo mandar), paraquedas, paraquedismo e paraquedista (perdida a noção do verbo parar), pontapé.
► PREFIXO (primeiro elemento) – A principal modificação na questão de palavras prefixadas foi a unificação da norma, que passa a ser aplicada uniformemente aos verdadeiros prefixos (ante, anti, intra, pré, sub, super etc.) e aos falsos prefixos (aero, agro, eletro, macro, micro, mini, mono etc.). As observações a seguir referem-se ao uso do hífen em palavras formadas por prefixos ou por elementos que podem funcionar como prefixos, como:
• Prefixos que terminam em vogal: aero, agro, ante, anti, arqui, auto, co, contra, eletro, entre, ex, extra, geo, hidro, infra, intra, macro, micro, mini, multi, mono, neo (termo que indica novo), pluri, proto, pós, pré, pró, pseudo, retro, semi (termo que indica metade, meio), sobre, supra, tele, ultra, vice etc.
• Prefixos que terminam em consoante: além, aquém, circum, ex, hiper, inter, pan, pós, pré, pró, recém, sem, sub, super etc.
Nota: O prefixo anti- só é seguido de hífen quando se liga a elemento começado por h ou i; no caso de antes de r e de s não há hífen e essas consoantes se duplicam; nos demais casos nunca com hífen: anti-histórico, anti-infeccioso, antirregulamentar, antissoviético...
Nota: Mantém-se a grafia sem hífen com os prefixos DES, DIS, IN, RE, TRANS, entre outros de uso consagrado. Exemplos: deserdar, inabilitar, reemissão, reemitida, reequilibrar, reimpressão, reintroduzir, repovoamento, transcontinental, transoceânico etc.
► LETRA H – Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por H. Exemplos: anti-hemorrágico, anti-heroi, anti-higiênico, anti-histórico, anti-horário, co-herdeiro, eletro-hidráulico, macro-história, micro-história, mini-hotel, neo-humanismo, proto-história, pseudo-herói, semi-hospitalar, sobre-humano, super-homem, ultra-humano.
► VOGAL + VOGAL IGUAL – Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal. Exemplos: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, arqui-inimigo, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque, eletro-ótica, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico, semi-internato, semi-interno.
► VOGAL + VOGAL DIFERENTE – Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplos: aeroespacial, agroindústria, agroindustrial, anteontem, antiaéreo, antieducativo, autoadesivo, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoexpressão, autoinstrução, coautor, coedição, infraestrutura, neoescolástico, plurianual, semiaberto, semianalfabeto, semiautomático, semiesférico, semioficial, semiopaco, sobreaviso.
Nota: Com o prefixo EXTRA não se usa o hífen, a única exceção é extraordinário, que se escreve sem hífen. Exemplos: extraescolar, extraoficial, extraregimental, extrarregular etc.
Exceção: O prefixo CO aglutina-se em geral com o segundo elemento, quando este se inicia por O: coobrigar, coobrigação, coordenar, cooperar, cooperação, cooptar, coocupante etc.
► VOGAL + CONSOANTE (exceto o H e diferente de R ou S) – Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante. Exemplos: antecoxa, anteprojeto, anticolonial, antipedagógico, autocolante, autoconfiança, autopeça, autoproteção, coprodução, ecodesenvolvimento, geopolítica, infravermelho, microcomputador, pseudoprofessor, semicírculo, semideus, seminovo, semiprofissional, ultramoderno, vasodilatador.
Atenção: Com o prefixo VICE, usa-se sempre o hífen. Exemplos: vice-almirante, vice-diretor, vice-governador, vice-prefeito, vice-presidente, vice-rei, vice-reitor etc.
► VOGAL + R ou S – Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por R ou S. Nesse caso, duplicam-se essas letras. Exemplos: anterrepublicano, antessala, antirrábico, antirracismo, antirreligioso, antirrugas, antissemita, antissocial, autorrealização, autorretrato, autosserviço, biorritmo, contrarregra, contrassenha, contrassenso, cosseno, ecorregião?, ecossistema, infrassom, microssistema, minirreforma, minissaia, multissecular, neorrealismo, neossimbolista, psicossocial, semirreta, suprassumo, ultrarresistente, ultrassom, ultrassonografia.
► HIPER, INTER E SUPER + R – Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante. Exemplos: hiper-requintado, inter-racial, inter-regional, inter-relacionado, super-racista, super-reacionário, super-resistente, super-revista, super-romântico. Atenção: Nos demais casos não se usa o hífen. Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
• Com os prefixos CIRCUM e PAN, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por H, M, N e VOGAL: circum-hospitalar, circum-escolar, circum-murado, circum-navegação, circum-navegar, pan-africano, pan-americano, pan-mágico, pan-negritude etc.
► HIPER, INTER E SUPER + VOGAL – Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal (há exceção de mal-estar). Exemplos: hiperacidez, hiperativo, interescolar, interestadual, interestelar, interestudantil, superamigo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superexposto, superinteressante, superotimismo.
► SUB – O prefixo SUB só exige hífen quando a palavra seguinte, ou seja, seu radical, começar com B ou R. Portanto só haverá hífen nas palavras: sub-base, sub-bibliotecário, sub-raça, sub-região, sub-regra, sub-reino, sub-reitor, sub-reptício (conseguido por meio de sub-repção, de maneira desleal e ilícita) etc.
SUB + VOGAL (não se usa o hífen) – subabdominal (situado abaixo do abdome), subaéreo, subafluente, subagência, subagente, subalimentação, subalimentar, subaquático, subarquivista, subeditor, subemprego, subentendido, subespécie, subestação, subexposto, subitem, subocular, suboficial, subordem etc.
SUB + CONSOANTE (não se usa o hífen) – subcategoria, subchefe, subcircunscrição, subclasse, subclima, subcomandante, subcomissão, subconjunto, subconsciência, subconsumo, subcontinental, subcontinente, subcutâneo, subdelegado, subdesenvolvido, subdiretor, subdiretório, subdivisão, subfamília, subfilo, subgênero, subgerente, subgrupo, subjugado, sublocação, submata, submundo, subnomenclatura, subnutrido, subpartição, subprefeitura, subsaariana, subtítulo, subtotal etc.
Atenção: Segundo a regra antiga, se a palavra seguinte começasse pela letra H, deveríamos escrever sem hífen: subepático e subumano (as palavras perdiam a letra H). Mas o atual acordo ortográfico recomenda as formas com hífen: sub-hepático e sub-humano. No entanto, o peso da tradição herdada das reformas da década de 40 manda aceitar ambas as formas, pois me parece que as duas possibilidades são aceitas: sub-humano ou subumano, por exemplo...
► Com os prefixos ALÉM, AQUÉM, EX, PÓS, PRÉ, PRÓ, RECÉM, SEM usa-se sempre o hífen. Exemplos: além-fronteiras, além-mar, além-mundo, além-túmulo, aquém-fronteiras, aquém-mar, aquém-oceano, ex-aluno, ex-colônia, ex-diretor, ex-hospedeiro, ex-prefeito, ex-presidente, ex-senador, pós-datar, pós-escrito, pós-graduação, pós-guerra, pré-alfabetizado, pré-datado, pré-disposição, pré-franqueado, pré-história, pré-vestibular, pró-aliado, pró-americano, pró-britânico, pró-europeu, pró-reitor, pós-escrito, recém-casado, recém-chegado, recém-fabricado, recém-lançado, recém-nascido, sem-fim, sem-terra, sem-vergonha.
BEM (bem-apresentado, bem-aventurado, bem-estar, bem-querer, bem-vindo). Quando o bem se aglutina com o segundo elemento, não se usa hífen: benfeitor, benfeitoria, benquerer, benquisto.
► Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: AÇU, GUAÇU e MIRIM. Exemplos: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.
► Para clareza gráfica, se no final da linha a partição de uma palavra ou combinação de palavras coincidir com o hífen, ele deve ser repetido na linha seguinte. Exemplos:
Na cidade, conta-
-se que ele foi viajar.
O diretor recebeu os ex-
-alunos.
Atravesso a ponte Rio-
-Niterói.
OUTROS
Quando usar crase?
Uma dica é substituir a crase por “ao”, caso essa preposição seja aceita sem prejuízo de sentido, então há crase. Casos em que a crase é empregada obrigatoriamente: antes de adjuntos adverbiais de tempo e diante da palavra horas (às 10 horas). Diante de possessivos femininos usados em função adjetiva (minha, tua, sua, nossa vossa), o acento é facultativo. A crase não ocorre: antes de palavras masculinas; antes de verbos, de pronomes pessoais, de nomes de cidade que não utilizam o artigo feminino, da palavra casa quando tem significado do próprio lar, da palavra terra quando tem sentido de solo e de expressões com palavras repetida.
Exemplos: estar à altura, faltar às aulas, chegar à conclusão, à custa de, à direita, estar à disposição, à escolha, estar à espera de, à esquerda, à evidência, à falta, à feição, à força, dar à luz, à maneira, à medida que, à moda, à noite, uma à outra, à primeira vista, à proporção que, igual à que, à raiz, exceção à regra, à revelia, à risca, à saída, à semelhança, à tarde, às vezes, estar ou saltar à vista, estar à vontade, às claras, às margens de, às ordens etc. Nota: Veja mais na página (www.recantodasletras.com.br/gramatica/929382).
Quando usar c cedilhado em lugar de ss?
De modo geral, os substantivos terminados em -ção (-ssão) em português escrevem-se com ç ou ss, conforme derivem de palavras latinas terminadas em -tione ou -sione. Exemplos: exceptione – exceção, extensione – extensão, punctione – punção, pressione – pressão, tensione – tensão, tortione – torção. Escrevem-se ainda com cedilha (“ç” ou “Ç”):
a) Derivados de verbos terminados em ter: abster/abstenção, conter/contenção, deter/detenção, ater/atenção, reter/retenção.
b) Palavras formadas com os sufixos: aça, aço, ação, çar, iça, iço, nça, uça, uço. Ex.: bagaço, barcaça, couraça, ricaço, cortiça, aguçar, carniça, caniço, esperança, carapuça, dentuço.
c) Após ditongos: eleição, traição, beiço, louça, equação.
d) depois de in e un. Ex.: distinção, função.
e) Palavras de origem tupi, africana ou exótica: açaí, cachaça, caçula, cupuaçu, Iguaçu, jararacuçu, Juçara, maniçoba, Uruaçu. A letra “ç” é usada em vocábulos derivados do tupi-guarani.
f) Palavras de origem árabe: açafrão, açoite, açúcar, açucena, açude, mulçumano.
g) Palavras derivadas de outras terminadas em to(r): ato/ação, executar/execução, infrator/infração, absorto/absorção.
Letras Maiúsculas
Títulos de obras intelectuais, literárias e artísticas. Exemplos: Memórias Póstumas de Brás Cubas, Eles Não Usam Black-Tie, Casa Grande e Senzala, O Bêbado e a Equilibrista, Abaporu.
Altos conceitos religiosos ou políticos. Exemplos: Nação, Pátria, Senado, Igreja.
Nomes de épocas históricas e eras ou períodos geológicos. Exemplos: Idade Média, República Velha, Renascença, Período Neolítico, Era Mesozóica.
Nomes de eventos históricos e festas religiosas. Exemplos: Proclamação da República, Natal, Ramadã.
Nomes de concursos e eventos. Exemplos: Festival Internacional da Canção, Congresso Brasileiro de Cardiologia.
As palavras Oriente e Ocidente e os nomes dos pontos cardeais quando usados para citar regiões. Exemplos: a cultura do Oriente, as cidades do Nordeste.
Tautologia
Tautologia é o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de um mesmo conceito ou ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso “subir para cima” ou o “descer para baixo”. Note que todas essas repetições são dispensáveis. Por exemplo, “surpresa inesperada”. Existe alguma surpresa esperada? É óbvio que não. Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Alguns exemplos: elo de ligação; acabamento final; certeza absoluta; quantia exata; nos dias 8, 9 e 10, inclusive; expressamente proibido; em duas metades iguais; sintomas indicativos; há anos atrás; vereador da cidade; outra alternativa; detalhes minuciosos; a razão é porque; superávit positivo; todos foram unânimes; conviver junto; fato real; encarar de frente; multidão de pessoas; amanhecer o dia; criação nova; retornar de novo; empréstimo temporário; escolha opcional; planejar antecipadamente; abertura inaugural; continua a permanecer; a última versão definitiva; possivelmente poderá ocorrer; comparecer em pessoa; gritar bem alto; propriedade característica; demasiadamente excessivo; a seu critério pessoal; exceder em muito.
“GRUPO VERBO”
A Editorial Verbo foi fundada em 1958, na cidade de Lisboa – Portugal. A Enciclopédia Verbo Luso-Brasileira de Cultura, Edição Século XXI, ímpar no panorama nacional é a mais importante obra de referência naquele país.
O “Grupo Verbo” é formado pela Editoral Verbo S.A.; EDC – Crediverbo; Verbo Postal; Editora Ulisséia, Verbo Publicações Periódicas; Universidade Católica Editora, Confraria dos Apreciadores de Vinhos; Tri-Chem; Litécnica (Luanda – Angola); Mabuko (Maputo – Moçambique) e a Editora Verbo (São Paulo – Brasil), a qual foi criada em 1966 e é braço atuante da Editorial Verbo no Brasil. Distribui edições do próprio Grupo, bem como publica edições brasileiras.
► EDITORA EDITORIAL VERBO S.A. – www.editorialverbo.pt
Sede: Av. António Augusto de Aguiar, 148 – 1069 – 019 Lisboa – Portugal
Rua da Figueira, 215 – Parque D. Pedro II – CEP: 03006-000 – São Paulo – Brasil
Telefone: (11) 3313-5214 – verbo@editoraverbo.com.br – www.editoraverbo.com.br
Abaixo, títulos publicados pela Editora relacionados com as girafas:
Autor: Lucienne Erville | Ilustração: Philippe Salembier
— Título: A GIRAFA GIGI E A ZEBRA ZEZÉ (A girafa Gigi e a zebra Zezé)
ISBN: | Idioma: Português de Portugal
Editora: Editora Verbo (Lisboa) | Série/Coleção: Verbo Infantil 85
Ano da Obra – Copyright: | Edição: 1ª 1978
Segmento: Literatura Estrangeira – Literatura Portuguesa – Literatura Infanto-juvenil
Ficha Técnica – Tipo de capa: Brochura | Formato: cm. | Nº de páginas: 21
Autor: Nadine Saunier, Marcelle Geneste e Anne Leduc | Ilustração: n/c | ESGOTADO
— Título: A GIRAFA (A girafa)
ISBN: 9722211447 | ISBN-13: 9789722211444 | Idioma: Português de Portugal
Editora: Editora Verbo Jurídico (Lisboa) | Verbo (Brasil) | Série/Coleção: Animais Nossos Amigos
Ano da Obra – Copyright: 1988 | Edição: 1ª 1988, 1990, 2ª 1991
Segmento: Literatura Estrangeira – Literatura Portuguesa – Literatura Infantil
Ficha Técnica – Tipo de capa: Encadernado | Formato: 19 x 22 cm. | Peso: 150g | Nº de páginas: 20 | Descrição: assunto sobre girafas, mamíferos...
Autor: Hergé | Ilustração: n/c
— Título: ANITA NO JARDIM ZOOLÓGICO (Anita no jardim zoológico)
Código: 9722205250 | Editora: Verbo
Segmento: Literatura Estrangeira – Literatura Portuguesa – Literatura Infantil – Ficção Infanto-juvenil
Formato: 23 x 30,5 cm. | Páginas: 64 | Preço: R$ 33,00
Nota (não sei o que é... deve ser algum brinquedo relacionado ao livro): L. Cubo – Anita e os animais do jardim zoológico | Código: 9722222147 | Preço: R4 52,00
— Título: GIRAFA (Girafa) | A partir dos 3 anos | Livros de cartão
ISBN : 972568406X | ISBN 13: 9789725684061 | Formato: 24 x 24 cm. | Páginas: 8 | R$ 22,25 (Cia. dos Livros, 30/03/09)
► EDITORA ULISSEIA
Av. António Augusto de Aguiar, 148 – 1º
1050 – 021 – Lisboa – Portugal
ulisseia@editorialverbo.pt
A Editora Ulisseia foi fundada em 1948 e tem sido reconhecida como uma das mais importantes editoras portuguesas das décadas de 50 e 60, sendo considerada como a mais inovadora casa de edição portuguesa no dominío da literatura de ficção. Em 1972, a Editora Ulisseia foi adquirida pelo Grupo Verbo e em 2001 retoma a atividade no campo da ficção.
— Título: A GIRAFA (A Girafa) | Autor: Diversos | Editora: Ulisseia | Preço sugerido: R$ 38,00 (Livraria Saraiva)
“REVISÃO DE TEXTOS”
Joralima TEXTO – Redação, Adequação e Revisão de Textos
orientação redação revisão
• Revisão de texto
• Adequação aos diversos formatos e estilos
• Redação de textos
• Digitação e formatação
• Tradução e revisão (inglês)
• Orientação redacional
Jorge de Lima – Bacharel em Letras – FFLCH/USP
Informações: (11) 3266-9405 ou (11) 9830-1678
E-mail: joralima@usp.br – Página na internet: http://joralimatexto.blogspot.com
Última atualização: 21/05/2012.
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